
Imagina juntar zumbi, pancadaria e batidão, tudo isso com o tempero da cultura de rua na pista. Foi nessa levada que o Xbox Wire destacou dois jogos indies brazucas que tão chamando atenção geral: One Beat Min e Ghetto Zombies. Os dois fazem parte do ID@Xbox, o programa que fortalece devs independentes e bota os corres da galera direto no console — sem filtro, sem firula.
Na publicação, James Lewis, diretor do Developer Acceleration Program, rasgou elogios à originalidade e potência dos jogos, destacando a presença forte da cultura afrobrasileira e um estilo que foge do comum:
Há um aspecto de ritmo nele, mas há também inspiração na cultura afrobrasileira, que é algo que eu não experiencio muito em jogos e acho que isso é tão único que pode ter um apelo tanto em jogadores de Xbox quanto em pessoas que nem mesmo jogam, porque nunca viram esse tipo de jogo ainda.
— James Lewis, diretor de ID@Xbox
One Beat Min traz uma proposta onde o beat é lei, e tudo — ataque, defesa, movimentação — segue o compasso da música. Já Ghetto Zombies é um mergulho num Brasil apocalíptico onde sobreviver na pista é questão de flow, coragem e visão. Não tem clichê de cidade genérica: aqui o cenário tem alma, tem batida, tem verdade.
E se liga: essa nova leva de games não é só gameplay inovador — é representatividade de verdade, com referências que vêm das ruas, do som pesado, da vivência da galera que raramente tem espaço nos holofotes. A pista agora tem voz, cor, história… e tá invadindo o Xbox com estilo.
Agora fala tu: já viu zumbi cair no 808? Já imaginou colar com a tropa na pista e fazer freestyle no meio do apocalipse? A ideia é essa — jogar, pensar e sentir. Porque quando o game tem alma, a pista ferve.
📥 Disponibilidade por plataforma:
Xbox Series X|S, Xbox One e PC (a confirmar)
🗓️ Lançamento:
Sem data oficial, mas os dois jogos já estão no corre do desenvolvimento
🛠️ Desenvolvedores:
Estúdios independentes do Brasil via ID@Xbox
🎧 Publicadora:
Xbox (Developer Acceleration Program)
🔥 Cola com o Rockverse Play e responde aí:
no apocalipse na pista, tu ia de microfone, porrada ou pedal de distorção?