Fading Echo
Joguei o novo game da New Tales no estande da Nuuvem e, no fechamento, confirmamos Guilherme Briggs no elenco de dublagem nacional.

Aproveitei o embalo no pavilhão da Gamescom Latam para testar Fading Echo, o projeto de estreia da Emeteria (sob o selo da New Tales). No estande da Nuuvem, pude investir 30 minutos de gameplay intenso controlando One, uma jovem lenda que manipula o Æther para sobreviver em um mundo que parece uma mistura de quadrinhos com uma estética desert punk vibrante.

Fading Echo
Fading Echo / gamescom latam 2026 (Imagem por: Marcelo Lightwriter)

O conceito central é o “Be Water, my friend”: One não apenas usa a água, ela se torna a água. Durante o teste, a transição entre a forma humana e a forma líquida se mostrou extremamente orgânica, permitindo que eu deslizasse por tubulações como uma gota e, no segundo seguinte, surgisse aplicando um golpe devastador em área.

A demo focou na exploração de Corel, um dos mundos fragmentados do Echoverse. O que me chamou a atenção foi como o cenário reage aos elementos. Não é só visual; as interações sistêmicas entre água, vapor e lava criam reações em cadeia que forçam o jogador a pensar de forma criativa no combate.

Mecânicas de transmutação e o Echoverse

O flow do jogo é ditado pela versatilidade. Em Fading Echo, você pode evaporar para alcançar plataformas altas ou cair como uma “bomba de água” para esmagar inimigos. A liberdade tática é real: masterizar a troca entre ataque, tática e exploração é o que diferencia uma jogada comum de uma execução digna de mestre.

Fading Echo
Fading Echo / gamescom latam 2026 (Imagem por: Marcelo Lightwriter)

A direção de arte inspirada em HQs dá um tom de instabilidade ao mundo, o que combina perfeitamente com a narrativa de realidades fraturadas. Além disso, o peso técnico está lá: o jogo conta com nomes de peso na dublagem original, como Matt Mercer e Laura Bailey, o que eleva a imersão mesmo em uma demo curta de evento.

O veredito no estande da Nuuvem: Criatividade premiada

Passar esse tempo com o jogo confirmou a fala de Sylvain Sechi, chefe do estúdio: eles não fizeram apenas um cenário, mas um mundo com o qual você pode “mexer”. A curiosidade é recompensada. Se você vê uma rachadura ou um elemento reagindo ao ambiente, há uma grande chance de que suas habilidades de transmutação possam abrir um novo caminho ou estratégia de luta.

Embora o lançamento ainda esteja marcado para 2026, Fading Echo já demonstra uma maturidade mecânica impressionante para uma nova IP. Estar disponível no estande da Nuuvem facilitou o acesso do público brasileiro a essa promessa que pede experimentação constante e não te deixa estagnado em um único estilo de jogo.


Localização de peso: Guilherme Briggs e elenco estelar

Enquanto fechava os detalhes desta cobertura, a CriticalLeap (selo de publishing da Nuuvem na América Latina) liberou informações cruciais sobre a localização. Guilherme Briggs foi confirmado como a voz de Maddock, o grande antagonista.

Briggs, reconhecido por sua versatilidade absurda na dublagem brasileira, assume o papel que no original é de Matt Mercer. O histórico de Briggs fala por si só: ele é a voz por trás de ícones como Optimus Prime (Transformers), Superman, Buzz Lightyear (Toy Story), Mewtwo (Pokémon) e até o lendário Kled (League of Legends). Sua presença no elenco garante que o vilão Maddok terá a imponência necessária para marcar a história do game no Brasil.

Fading Echo
Fading Echo (Imagem divulgação: 4Divinity / Leap Studio)

O vilão, interpretado originalmente por Matt Mercer, ganhou um trailer dedicado destacando a dublagem americana com legendas em português.

Aperte o play e confira o trailer de apresentação do vilão de Fading Echo, Maddock:

Não é apenas a dublagem brasileira que está em um nível estratosférico. Fading Echo carrega em seu DNA original a elite do RPG mundial. O fenômeno Critical Role, que redefiniu o entretenimento de mesa moderno, não apenas empresta vozes, mas traz uma profundidade narrativa que poucas IPs novas conseguem alcançar logo de cara.

Aperte o play e confira o vídeo do elenco original de dubladores da Critical Role:

Abaixo, você confere o elenco brasileiro completo revelado pela distribuidora:

  • One (Kelevra): Carol Valença (Original: Samantha Béart)
  • Maddok (Vilão): Guilherme Briggs (Original: Matthew Mercer)
  • Vellum / Aria: Adriana Torres (Original: Laura Bailey)
  • Rhane: Flávia Saddy (Original: Jasmine Bhullar)
  • Cayrn: Leo Rabello (Original: Liam O’Brien)
  • Bob Le Critter: Reginaldo Primo (Original: Sam Riegel)

O papo é reto: se você gosta de aventuras de ação que priorizam movimento fluido e interação ambiental inteligente, este é um nome para ficar no radar.

Confira o trailer da história para entender o ritmo dessa jornada:

Um agradecimento especial à equipe da Nuuvem e da New Tales pela oportunidade de testar essa promessa do gênero Action-Adventure em primeira mão.

Você prefere o combate direto ou vai usar as reações elementais para limpar o campo de batalha em Corel?

Fading Echo — desenvolvido pela Emeteria e publicado pela New Tales/CriticalLeap, chega em 2026 para PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC. O jogo contará com localização e dublagem completa para o português do Brasil. Você já pode adicionar o título à sua lista de desejos no Steam e consoles, onde uma demo gratuita com textos em PT-BR já está disponível.


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